quinta-feira, 26 de março de 2009

CONVITE SEMINÁRIO ESTADUAL CONNEB

CONVITE

O Congresso Nacional de Negras e Negros do Brasil (CONNEB) tem a satisfação de convidá-lo(a) para participar do seminário estadual do CONNEB-RJ que será realizado em Campos dos Goytacazes no dia 28 de março de 2009, visando participação do Estado do Rio de Janeiro na 5ª. Assembléia Nacional em Porto Alegre.
Municípios convidados: Macaé, São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, Conceição de Macabu, Quissamã, Cardoso Moreira, Carapebus

Local: CEFET – Rua Dr. Siqueira, 273 – Parque Tamandaré – Centro
Cidade: Campos dos Goytacazes
Data: 28 de março de 2009.
Horário: 8h às 18h

08:00h – Café da Manhã

09:00h – Abertura (composição da Mesa)

09:30h – 1º.Tema: Os Quilombolas e sua realidade política

12:30h – Almoço

14:00h – Moral, ética e resgate da política educacional .
- Lei 106530/08 – Estatuto / legislação voltada para a educação
- Políticas públicas voltadas para o negro

18:00h – Programação Cultural (Concha Acústica)


Apoio: Fundação Municipal Zumbi dos Palmares

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sábado, 7 de março de 2009

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Encontro do CETRAB em São Gonçalo
Data: 14/03/09
Horário: 14:00
Local: C.E. Egbe Ile Iya Omidaye Ase Obalayo
Programação
13:30 Abertura das Exposições
A Expressão do Axé Fotografias Jorge Ferreira
Candomblé Cultura de Resistência Ile Omidaye Fotografias Marco Velásquez
14 hApresentação Institucional do CETRAB
Dolores Lima Coordenadora Executiva do CETRAB
14:10 h Mesa Intolerância Religiosa
Aspectos Jurídicos da Intolerância Religiosa sob a ótica do Direito Penal
Dr. Warner Ramos Ferreira – Chefe de Gabinete da Polícia Unificada
Aspecto Legais da intolerancia religiosa na cidade do rio de janeiro no ano de 2008 Dr. Luiz Fernando Martins da Silva Advogado
A importância social e política do reconhecimento dos terreiros de candombléProf Marco José - UREJ
14:50 h Mesa Resgatar para Preservar
“Cosmovisão a visão de Mundo do Povo Yoruba”
Prof. Marcelo Monteiro – Professor de Cultura Yoruba
“De Odudua a Aganju”
Prof. Luiz Fernando Machado Ferreira - Professor de Cultura Yoruba
15:30 h - Oficina “A mensagem Milagrosa das água”
Iyalorixa Iva d’Oxum - Presidente do Centro Social Omi Tunji
“A importância da preservação do Meio Ambiente para o Culto aos ancestrais e orixás’”
Iyalorixa Márcia d’Oxum – Ministra de Culto Religiosa do Egbe Ile Iya Omidaye Ase Obalayo
Atividade “Ecológica Salvando Odã “
Um tur na bio diversidade do espaço Sagrado – Juventude Verde
16 h Homenagem à Carlos Alberto Caó
16: 20 h Atividades culturais – “Dança” e “Coral “ – Composto por membros de várias Comunidades de Terreiros de São Gonçalo
Chá Beneficente [servido a partir das 17 horas]

Endereço: Rua Dalmir da Silva lote 8, frente e Rua João Soares lote 10, fundos
Bairro Sacramento, São Gonçalo, RJ Tel : (21) 2724-5612 / (21) 3708-4873
Como chegar: Para quem vem do Rio_ Central do Brasil [pegar a Vam que vem para Santa Isabel ou Ônibus 549 viação Fagundes _ pedir para saltar em Sacramento no campo de futebol em frente ao deposito de gás( entrar na rua ao lado)]
Realização: CETRAB, Egbe Ile Iya Omidaye Ase Obalayo , Centro Social Omin Tunji, Ase Idasile Ode

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Informe Palmares - Número 42 - Ano 3 - 1 a 28 de Fevereiro de 2009

Isenção de IPTU para todas as religiões
Brasília - A Constituição Federal brasileira estabelece que é proibido à União, aos Estados ou Municípios cobrar impostos sobre templos religiosos de qualquer culto. No entanto, essa é uma prática não muito respeitada por alguns governantes municipais, que insistem em cobrar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), principalmente, de templos religiosos de matriz africana. A Câmara de Vereadores da cidade de Salvador, Bahia, debateu o direito de isenção do imposto a essas religiões. A vereadora Olívia Santana (PCdoB) é a autora da emenda ao Código Tributário do Município de Salvador que estende o benefício para os templos situados em terrenos arrendados. De acordo com a vereadora, a resolução beneficia principalmente os templos das religiões de matriz africana, pois cerca de 80% deles não usufruíam o benefício da isenção já alcançado por outras religiões, entre outros motivos, por estarem localizados em terrenos arrendados. O templo religioso é o espaço físico, a edificação, a casa destinada ao culto, na qual são realizadas as cerimônias, práticas, ritos e deveres religiosos. Para funcionar legalmente, o templo necessita de alvará de funcionamento expedido pela Prefeitura do município onde esteja localizado. Apenas a Prefeitura pode expedir o alvará de funcionamento e nenhum outro documento o substitui. O documento deve ser requerido independente do imóvel ser próprio ou alugado. A grande dificuldade das religiões de matriz africana obterem isenção do IPTU deve-se à falta de documentação e registro dos terreiros. Segundo levantamento feito pela Secretaria Municipal da Reparação de Salvador, cerca de dois mil terreiros de diversas nações foram encontrados no município, sendo que mais de 80% deles estão em situação fundiária irregular. Muitas vezes falta estrutura jurídica para que os templos se constituam, pois muitos não possuem atas e estatutos registrados em cartório para que possam ser isentos do IPTU, conforme previsto na Constituição. A vereadora lembra que as instituições públicas devem se abrir para que todos tenham acesso. "As instituições sempre estiveram afastadas das religiões de matriz africana, agora elas devem se abrir para que todos possam ter a mesma oportunidade de acesso. Religiões como o candomblé, são formadas por pessoas de baixa renda, sem instrumentos legais necessários para obter informações e ter acesso ao aparato jurídico e advogados, como em outras religiões", afirma. E complementa: "Não se pode esquecer que essas religiões constituem a marca do povo brasileiro, com a sua afirmação de cidadania, mas ainda lidam com a carga do preconceito e do racismo, ainda carregam o peso do colonialismo e da escravidão". O vice-prefeito soteropolitano, Edivaldo Brito, participou do debate na Câmara e se prontificou a colocar a Secretaria da Fazenda à disposição dos terreiros para o devido esclarecimento e cadastramento, a fim de agilizar o processo jna Prefeitura. Edivaldo lembrou que o tombamento de um terreiro significa proteção e respeito, não devendo ficar limitado apenas ao barracão, mas sim ampliado às demais áreas, normalmente zonas de matas. Mas não só as questões jurídicas impedem a garantia do direito. O preconceito também é uma das maiores razões da recusa em se aceitar os terreiros como templos religiosos. Reconhecimento histórico - Para o antropólogo Ordep Serra, pesquisador e professor da Universidade Federal da Bahia, "a dificuldade do processo de tombamento passa pelo reconhecimento histórico e pelo valor da religião de matriz africana. Os terreiros são símbolos culturais e devem tomar cuidado para não perderem suas áreas verdes por conta das forças econômicas". O professor Ordep foi relator do processo de tombamento do Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho, Ilê Axé Iyá Nassô Oká, um dos mais antigos e conhecidos templos da Bahia. Na época, a Prefeitura de Salvador exigia o pagamento de uma dívida de mais de 800 mil reais por impostos vencidos, ameaçando levar a Casa para leilão. Contudo, após uma imensa mobilização da sociedade baiana e de órgãos não-governamentais, a Prefeitura acabou por reconhecer a imunidade tributária. O Terreiro da Casa Branca foi o primeiro templo afro-religioso a ser tombado como patrimônio histórico do Brasil.

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